Muitas vezes penso em como conhecemos pessoas ao longo da vida.
Como iremos conhece-las, sobre o que vamos conversar.
Interessante demais esses pensamentos, querer saber quais pessoas vou conhecer até o fim do ano, semana que vem ou até o fim da vida e em quais circunstâncias.
A vida nos oferece diversos tipos de pessoas, aquelas ruins, boas, legais, desagradáveis, divertidas, oferecidas, espontâneas, certamente todos temos um pouco de cada. Temos muito em comum.
Pessoas entram em nossas vidas com uma facilidade incrível, as que se destacam, permanecem. Cada uma com seu valor e importância.
Carinho é algo muito interessante, muda de pessoa pra pessoa, diferente em cada caso.
Quando se acha uma válvula de entrosamento ou afinidade, descobrimos no outro formas de crescer como pessoas, aliás como seres humanos. Pare pra pensar no quanto aprendemos todos os dias.
Como nunca digo pra quem escrevo e espero que as pessoas se encaixem, neste caso é diferente, pois avisei.
Não sabia bem por onde começar, tinha muita coisa misturada na cabeça, fiquei muito feliz quando achei um rumo pra esse texto.
Tem dias que sentimos falta da família, de pessoas com quem gostamos de estar, nossa família de verdade. Na ausência destas, encontramos pessoas muitas vezes aleatórias, que se tornam importantes de certa forma. Particularmente, tenho muito apego e cuidado com quem realmente gosto. Quero cuidar, saber como está, o que tem feito, como tem passado, abraçar sem ter motivo, agradar, tomar as dores, resolver problemas, arrumar soluções pra ajudar.. (pausa pra respirar). Pronto, já posso continuar. Resumindo: Dou muito valor à pessoas que tenho o prazer de encontrar pelo caminho, que fazem diferença na minha vida como um todo. Tenho apreço até por um simples olhar de compreensão.
Quando faço algo para alguém é porque de fato gosto mesmo da pessoa. É gratificante pra mim, principalmente quando os mais próximos dessa pessoa estão longe. Nunca ninguém vai ter o poder de substituir, nem deve. Mas é muito importante saber que tem pessoas que gostam muito da gente, que querem zelar, cuidar, whatever..
Sou ligeiramente apaixonada, encantada por pessoas espontâneas, que conseguem ser elas mesmas, sem rótulos, assim consigo mostrar quem sou, consigo agradar mais.
To meio perdida no texto, a gripe ajuda a atrapalhar.
Pessoas lindas pra quem eu dedico esse texto, uma em especial, que conheço a pouquíssimo tempo e já parece um milênio. Confesso que no fim de semana, morri de saudade, ficou um vazio duplo do meu ladinho. Agradeço pelas risadas que dei, tão necessárias pro meu coraçãozinho magoado com os últimos acontecimentos. Vou embora com o coração na mão, pequeno.. do tamanho de um cisco, não maior do que o apreço que tenho.
Tirei férias no meio do ano, por acaso. Tudo tem seu momento pessoal. Sempre digo isso pra todo mundo. Acho que o momento das três era esse. Diante de tantos problemas antes, essas "férias" não teriam sido tão bem aproveitadas. Ficamos até doentes juntas. Sem comentários.
Espero que sempre tenha espaço pra marida e pra mãe aí (nos corações) rs, aqui vai sempre ter espaço pra um filho(a) fofo e um caralhozi (que?) de marida exemplar que eu goxxxto muito, independente de qualquer coisa.
Para nossa alegria, o texto acabou <3
Ps: tentei não brincar ou zoar, pois realmente queria fosse sério, realmente conseguisse expressar como tenho me sentido bem.
Nenhum comentário:
Postar um comentário